Começar pelo fim

February 12th, 2009

É sempre bom começar num ponto sobre o qual todos iremos estar de acordo: é um truque simples que ajuda as pessoas a sentirem alguma empatia para com o locutor, permitindo assim que a conversa dure mais do que os 3s que normalmente duraria se a pessoa começasse logo a debitar opiniões. Como tal, existem muitos tipos de pessoas.

Também é sempre bom misturar conteúdo sério com comentários oportunistas, ou até mesmo piadas, especialmente quando se encontra uma ligação - mesmo que ténua - ao tema em discussão. Pelo que, existem 10 tipos de pessoas.

E um tipo de pessoa é aquele que começa pelo fim. E quem ler isto com a pressa característica de quem veio parar à página errada (mas decide lêr um parágrafo ou dois, só porque “ah e tal”), até parece ser um conceito engraçado isso: poupa tempo, porque é que nunca pensei nisso!

Se por um lado este tipo de pessoa é capaz de, à priori, saber o que se passou é também preciso ver o reverso: começando pelo destino então - ainda antes de ter começado - já lá está. Logo, nunca chegou a ser. Ipso facto: estes tipo de pessoa não existe. QED. Fica ao leitor a demonstração que os outros 9 tipos de pessoa também não existem.

Gasto o latim pseudo-filosófico, resta explicar o propósito deste site. Como ninguém sabe, houve uma série de malta que, por iniciativa própria, decidiu emigrar para a Polónia. E depois de uma espécie de “Titanic informático” meets “Wall Street Crash”, aconteceu um fenómeno muito próprio: formou-se uma equipa.

Esta equipa só tem treta na cabeça: creio que irão concordar. O dúo dinâmico de três (mas que são quatro) é composto por: Pedro “ai a minha cadeira” Custódio, Jorge “party assistant” Matos, Duarte “teutónico” Peralta e Filipe Toscano.